Advertisement

Categoria: Confabulações

José Mojica Marins e o Surgimento de Zé do Caixão

Zé do povo! É o que José Mojica diz ao nos apresentar o grande personagem Zé do Caixão, que se solidificou no coletivo popular brasileiro. Apesar do sucesso de público desde “À Meia-Noite Levarei a Sua Alma”, o Zé do povo que se confunde muitas vezes com a imagem do próprio Mojica, foi um personagem que era a última cartada de um cineasta que era apaixonado pelo que fazia.

Leia Mais

Hellcife, Tatuagem e a Liberdade do Cu

Vamos começar no ano de 1996, com o filme “Baile Perfumado“, com direção de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, o filme se destaca como um dos filmes da retomada do cinema Brasileiro. Era um filme que representava a vontade de fazer, a vontade de produzir, foi o começo de uma forma de expressar através do cinema.

“O Baile Perfumado” foi o resultado de uma bolha que estava crescendo e que explodiu nesse filme, que podemos considerar como um big bang nas produções de Pernambuco. Um embrião já estava rolando há algum tempo, com Cláudio Assis, Marcelo Gomes, Lírio Ferreira, Paulo Caldas, Clara Angélica e Beto Normal. Com influência do movimento Manguebeat, surgiram filmes como “Maracatu, Maracatus” (1995) com direção de Marcelo Gomes, “Cachaça” (1995) de Adelina Pontual e “That’s a Lero-Lero” (1995) de Amin Stepple e Lírio Ferreira, só pra citar alguns curtas que já estavam sendo produzidos naquela época, antes da produção de “Baile Perfumado“. Importante lembrar que os filmes funcionavam como um coletivo, um trabalho de toda a galera que pensava e produzia cinema.

Leia Mais

APOIE A REVISTA SPIRAL

Colunas

Críticas

Videocasts

Loading...

Spiral no Twitter