A 9° edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical chegou ao fim no último domingo (25), e com o fim do Festival também conhecemos os filmes premiados.

A cerimônia de encerramento aconteceu na Cinemateca Brasileira, onde foi exibido o documentário “Os Doces Bárbaros” (1976), de Jom Tom Azulay, e também foi entregue os certificados para os filmes premiados na Competição Nacional.

O grande vencedor desta edição do Festival foi o filme “Eu, Meu Pai e Os Cariocas“, de Lúcia Veríssimo, que levou o prêmio do Júri Oficial. O filme conta a história do grupo Os Cariocas através do olhar da diretora Lúcia Veríssimo, filha do Maestro Severino Filho, líder do grupo que lançou a Bossa Nova no Brasil.

Como prêmio, o título entra no circuito In-Edit de festivais pelo mundo e sua diretora, Lúcia Veríssimo, ganha uma viagem à Espanha para apresentar o filme no In-Edit Barcelona.

A menção honrosa foi para o documentário “Serguei, o Último Psicodélico“, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte, que traz depoimentos de gente que acompanhou as frenéticas aventuras de um dos maiores símbolos do rock brasileiro.

O vencedor do Prêmio Petrobras – Melhor Longa Nacional na Opinião do Público foi “O Piano que Conversa“, de Marcelo Machado.

O júri da 9° edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical foi composto pela atriz e diretora Helena Ignez, a jornalista, apresentadora e curadora de música Roberta Martinelli, o cineasta, jornalista e curador Duda Leite e o jornalista musical Marcelo Costa.

Filmes Premiados na Competição Nacional

Eu, Meu Pai e Os Cariocas“, de Lúcia Veríssimo – Prêmio do Júri
Serguei, o Último Psicodélico“, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte – Menção Honrosa
O Piano que Conversa“, de Marcelo Machado – Prêmio Petrobras – Melhor Longa Nacional na Opinião do Público