Blade Runner 2049” é uma obra que se arrisca ao expandir conceitos do seu material fonte e não cai nas mesmices que uma continuação pode acabar caindo, como recriar situações e se valer somente de uma possível nostalgia presente dentro da mitologia estabelecida. Ele funciona tal como uma legítima continuação deve ser, inserindo novos elementos, sem perder a discussão filosófica do primeiro filme e, principalmente, caminhando de forma auto-suficiente, sendo coeso em sua escolha narrativa e seguro em sua direção.

Leia a nossa crítica de “Blade Runner 2049“.

A Artificialidade da Alma | Blade Runner 2049 (2017), de Denis Villeneuve