De Canção em Canção” vale, até um certo momento, pela sua proposta narrativa, mas que infelizmente se torna repetitiva e cansativa durante as suas duas horas de duração. A fotografia de Lubezki também impressiona, conseguindo criar uma ambientação plenamente espirituosa e que reforça a proposta filosófica da obra, mas a força da fotografia quase se perde devido a montagem, que ao optar por fragmentar as cenas, também fragmenta as ideias, as imagens e seus personagens, que mesmo não sendo aprofundados como deveria, são maravilhosamente interpretados e, graças a essas atuações, a obra acaba ganhando uma alma mais palpável do que a proposta pelo texto em si.

Leia a nossa crítica escrita de “De Canção em Canção“.

Fragmentos da Vida | De Canção Em Canção (2016), de Terrence Malick