Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” se mostra promissor em seu início, mas, no fim, o que se salva é a sua fantástica cinematografia, que cria mundos, raças e culturas, e é de fato um trabalho de encher os olhos tamanho o esmero visual. Pena toda essa riqueza visual servir de fundo para uma história tão rasa em sua execução, e que leva personagens tão desinteressantes.

Leia a nossa crítica escrita de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas“.

Uma Viagem (Apática) Pelo Espaço | Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (2017), de Luc Besson